segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

VÍDEO PEGASO



MUSICA PEGASO: Poesia de Katia Martins e Melodia de Wellington de Faria



Poesia : PEGASO




PENSAMENTO


COISA SEM FIM


QUE EXALA DE MIM


NUM RELANCE


NUM LANCE


MEIO ESQUISITO


E VAI


ASSIM COMO PEGASO


A GALOPAR


SEM NENHUMA AUTORIDADE


CONSEGUIR SEGURAR


E GALOPA


NUM VOO CERTEIRO


BUSCANDO CAMINHOS


TROTANDO


LIGEIRO




Katia Martins


in Fazendo Luz







A Elegância




Existe uma coisa difícil de ser ensinada e, talvez por isso, esteja cada vez mais rara entre as pessoas:


a Elegância do Comportamento.



É algo que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.



É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã, até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.



É uma elegância desobrigada.


É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.


Nas pessoas que escutam mais do que falam.


Antes de criticar uma tarefa de alguém, você tem a certeza de que a faria melhor?



É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas ou empregados.


Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.



É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.


É elegante ser carinhoso e solidario.


É elegante o silêncio diante de uma rejeição.


Sobrenome, jóias, cargos de liderança e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.


É elegante a gentileza.


Atitudes gentis falam mais que mil imagens.



Abrir a porta para alguém é muito elegante.


Dar o lugar para alguém sentar… É muito elegante.


Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma…


Oferecer ajuda.. É muito elegante.


Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante.


Oferecer flores é sempre elegante.



Educação enferruja por falta de uso!


E detalhe: não é frescura.”



Abraço
Adaptado de Toulouse-Lautrec (1864-1901)



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