segunda-feira, 3 de agosto de 2009

FENOMENO BULLYING

Ao assistir a um programa na rede globo chamado Profissão Reporter, me chamou a atenção, o caso de um garoto de 13 anos, que estudava em uma escola pública de São Miguel Paulista, que se suicidou.

Na entrevista com a avó o reporter constatou que ele era vítima frequente de gozações dos colegas por que era muito delicado, e todos o chamavam de "bichinha".

Revoltei-me ao perceber que esse menino foi vítima de bullying, e que a educação em nosso país, ainda não tem mecanismos para proteger crianças desse tipo de abuso.

Ficam aquí alguns textos, para que possamos nos informar, e indicar a outras pessoas, (Educadores, autoridades, políticos) que talvez tenham poder para interferir nessas situações.






A seguir, apresentamos uma resenha do capítulo sobre bullying do livro La comunicación con los padres (A comunicação com os pais, em português), do professor argentino Rolando Martiñá, especialista em orientação familiar. Ao final do texto, é possível acessar o capítulo inteiro em formato PDF. Sugerimos também o vídeo Palavras que machucam, que ilustra bem a problemática.



Não quero ir pra escola…” pode ser a primeira manifestação de que uma criança está com algum problema. Em ocasiões acompanhadas de sinais, tais como dores imprecisas, mal-estares diversos ou dificuldades de sair da cama, a frase, no entanto, costuma aludir a um tipo de coisa que não tem a ver com a próxima prova de Matemática ou com as exigências da professora de Geografia e, sim, com algo que para as crianças e os jovens costuma ser vivencialmente mais importante: a relação com os pares.
Na realidade, muitas vezes o sinal de reticências seria completado – se a criança tivesse coragem – pela explicação “porque estão tornando a minha vida impossível ali”.

O fenômeno da violência escolar (bullying, em inglês), também chamado de intimidação, assédio, ameaça ou provocação, está se convertendo em um tema urgente da realidade escolar no mundo todo e se refere, especificamente, aos maus-tratos físicos ou verbais sistemáticos por parte de um ou mais alunos a outro aluno.

Como uma das maiores dificuldades no tratamento deste problema é o segredo que geralmente o cerca, propomos dar luz ao tema, comentá-lo, discuti-lo e, na medida do possível, avançar na tomada de consciênia e na elaboração de estratégias para enfrentá-lo no âmbito familiar e escolar.

Maiores informações: www.bullying.pro.br

Materia do boletim educarede.






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